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PESQUISA CONTRATADA PELA ACDF APONTA CENÁRIO PARA PRESIDENTE, GOVERNADOR E SENADOR NO DF

PESQUISA CONTRATADA PELA ACDF APONTA CENÁRIO PARA PRESIDENTE, GOVERNADOR E SENADOR NO DF




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Bolsonaro lidera no DF com quase metade dos votos
Presidente alcança 47,3% dos votos, contra 33,9% do ex-presidente Lula.

Pesquisa do Instituto Iveritas, contratada pela Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), aponta que no Distrito Federal o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem quase metade das intenções de voto. No cenário estimulado, ele alcança 47,3% dos votos, contra 33,9% do ex-presidente Lula (PT). Ciro Gomes (PDT) tem 5%, e Simone Tebet (PMDB), 3,8%. Ao contrário do cenário nacional, em que Lula lidera a corrida eleitoral, no DF o ex-presidente tem rejeição de 50,3%. Já Bolsonaro tem uma rejeição menor, de 37,8%. Foram entrevistados 1.642 eleitores de forma presencial de 28 de junho a 01 de julho de 2022.

Para o governo DF, a pesquisa aponta a liderança do governador Ibaneis Rocha (PMDB), com 41% dos votos. José Roberto Arruda (PL), tem 20,6 %. O senador Reguffe (União Brasil) aparece na terceira colocação, com 9,5 %, seguido pela senadora Leila Barros (PDT), com 8%. O deputado distrital Leandro Grass (PV) tem 2% das intenções de voto.
Em um cenário sem Arruda e Reguffe, o governador Ibaneis lidera com 45,2%. Leila Barros ocupa a segunda colocação, com 11,7%. Neste cenário, a deputada federal Paula Belmonte (Cidadania) e o senador Izalci Lucas (PSDB) ocupam, respectivamente, a terceira e a quarta colocação. Paula tem 7,2% dos votos, contra 4,3% de Izalci. Neste cenário, Leandro Grass tem 2,4%.

Nas projeções de segundo turno, Ibaneis Rocha derrota todos os adversários. Ele tem 49%, contra 29,5% de Arruda. Na disputa com Reguffe, o governador alcança 49,9%, contra 25,6% do senador. Em um embate de segundo turno com Paula Belmonte, a deputada federal tem 23,4%. O governador chega a 51,5%.

A pesquisa traz ainda uma simulação de segundo turno entre Arruda e Paula Belmonte. O ex-governador tem 36,4%. Paula Belmonte marca 28,6%.

Segundo a pesquisa, 40,2% dos eleitores desaprovam a gestão de Ibaneis Rocha. Para 9,4% dos brasilienses, a gestão de Ibaneis é ótima. Consideram boa a gestão 28,4%; regular, 32%; ruim, 14,6%; e péssima, 13,8%.

Entre os candidatos ao governo, a maior rejeição é a de Ibaneis Rocha, com 25,9%. Arruda tem rejeição semelhante, 25,1%, seguido por Reguffe (7%) e Izalci Lucas (5,7%). O candidato com menor rejeição é a deputada federal Paula Belmonte, com 1,3%.

Senado
A deputada federal e ex-ministra Flavia Arruda (PL) lidera a disputa ao Senado com 32,9% das intenções de voto. A ex-ministra Damares Alves (Republicanos) e o senador Reguffe seguem embolados na segunda colocação, com 13,5% e 13%, respectivamente. Paulo Octavio (PSD) aparece com 9,4%; Rosilene Correa (PT), com 5,3%; e Paulo Roque (Novo), com 1,6%.

Em um outro cenário, sem o senador Reguffe, Flavia Arruda segue na liderança. Ela tem 34,7% dos voto, seguida por Damares Alves (14,4%), Paulo Octavio (10,6%), Paula Belmonte (5,6%), Rosilene Correa (5,4%) e Paulo Roque (1,9%).

No cenário sem Damares e Reguffe, a liderança é de Flavia Arruda, com 38,7% dos votos. Paulo Octavio aparece em segundo lugar, com 11,4%; e Paula Belmonte em terceiro, com 7,8%.

Entre os pré-candidatos ao Senado, Paula Belmonte tem a menor rejeição (1,9%). Paulo Octavio (27,2%) e Damares Alves (18,5%) têm os maiores índices de rejeição. Flavia Arruda e Reguffe têm rejeição equivalente, 10,3% e 9,9%, respectivamente.

BOX
Paula Belmonte tem os menores índices de rejeição
Tanto na disputa para o GDF quanto para o Senado, o candidato com menor percentual de rejeição é a deputada federal Paula Belmonte. Entre os postulantes ao governo, Paula Belmonte tem uma rejeição de apenas 1,3%. Entre os pré-candidatos ao Senado, Paula também é a menos rejeitada, com 1,9%.

Paula Belmonte se elegeu para seu primeiro mandato em 2018 com a promessa de fazer uma nova política, compromissada com a ética, a honestidade e o bom uso dos recursos públicos. Entre os pilares do seu mandato estão o estímulo ao empreendedorismo, a defesa do setor produtivo, o combate à corrupção e o cuidado com a primeira infância. Na Câmara, Paula Belmonte abriu mão de todos os privilégios e se tornou a parlamentar mais econômica do Brasil.



Fonte: Instituto Iveritas

ACDF