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Coluna Presidente Cleber Pires

Polo JK

Tive a grande satisfação de comparecer a uma cerimônia importante em que o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg assinou editais para a abertura de processos licitatórios para o Polo JK – em Santa Maria, a 30 quilômetros do centro da capital do país, região que por descaso de governo anteriores perdeu importantes empresas que geravam renda, empregos e impostos no DF. Agora, com a revitalização, o governo espera acertar também na mobilização, uma vez que ao estimular empregos no local, contribui para diminuir o deslocamento para o Plano Piloto dos que precisam sair do Gama, Santa Maria e Entorno. Isso será espetacular.

Com essa iniciativa, o Governo de Brasília sinaliza que quer investir em infraestrutura, neste caso, com cerca de R$ 46 milhões para obras de ampliação da rede de drenagem, além de mais R$ 14 milhões para construção de uma subestação da CEB, que deve gerar energia para as indústrias do local. Ao todo, serão R$ 60 milhões para a execução de duas obras básicas, que é a construção de uma subestação de energia elétrica e a instalação de drenagem de águas pluviais. Isso tudo a partir de convênio entre o GDF e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o BID, com o Programa de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal, o Procidades, que busca o desenvolvimento econômico do DF que proporciona melhorias, investimentos e capacitação.

Isso tudo nos dá esperança e anima o setor produtivo porque sofremos ao ver a degradação do Polo JK que foi perdendo seu poder de concentração logística e de atração de empresas porque não dispunha da infraestrutura necessária para se estabelecer como um centro vital para a distribuição de produtos oriundos do Centro Oeste para todo o país. Mas o que parece é que agora, o Polo JK se tornou um dos pontos altos da estratégia do governo para atrair novos investimentos e agradar os empresários que acreditaram no local como o centro de distribuição da Fujioka e a Ball, empresa que produz latas de alumínio para bebidas, gerando sozinha cerca de duzentos empregos diretos e indiretos. Isso também pode abrir portas para as 200 mil micro e pequenas empresas, aliadas ao desenvolvimento econômico, que podem também investir no local.

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