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Crise econômica atinge a todos

Além de atingir em cheio o comércio e a produção industrial, a crise afetou o trabalhador autônomo– ou seja, 23,19 milhões de brasileiros, a maior quantidade já registrada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas o que surpreende é que os empreendedores individuais, encurralados, partem agora para a informalidade ou para as filas de desempregados. São 1,07 milhão de pessoas ocupadas que foram pra o mercado informal nesse trimestre segundo Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Entre julho e setembro, 21,85 milhões de pessoas trabalharam por conta própria.

A crise econômica de 2016 abateu sobre o país este ano, tendo como raiz a credibilidade em todos os níveis – desde confianças, até a segurança jurídica após os escândalos de corrupção desde o caso Petrobrás – marco da quebradeira institucional brasileira.

O atual governo brasileiro quer reagir e o mercado internacional está dando crédito pós o “projeto criminoso de poder” do Lulopetismo, como tem dito o ministro do STF, Gilmar Mendes. Por aqui, o problema é com os pequenos investidores que possuem um fôlego limitado.

As perspectivas dos otimistas esbarram numa inflação que deve continuar em 2016, embora em um patamar bem menor do que em 2015. Assim, os empreendedores deve se preparar para tempos ainda difíceis – mais com um horizonte a frente com grandes oportunidades de negócios.

Com esse cenário de retratação para os pequenos, de maneira geral, empreendedores continuam a acreditar na recuperação econômica. O mercado financeiro sinaliza com otimismo com o cenário de juros para o Brasil. Segundo o Boletim Focus, publicação do Banco Central a inflação de 2016, está projetada em 7,01%. O Comitê de Política Monetária (Copom) previu uma redução da taxa de juros em 0,25 ponto percentual – estabilizando em 14% ao ano.

Para o cidadão o ano deve começar um pouco melhor com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) com uma previsão de recuo na ordem de 5,06% para 5,04%. Assim, mesmo com um baque para o empreendedor individual, alguns índices esperam e sinalizam um Brasil melhor em 2017.

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